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Comentários fechados em CGD ajuda famílias apostando no arrendamento

CGD ajuda famílias apostando no arrendamento

| Geral | 18/05/2012

A CGD lançou esta quinta-feira um programa de troca de habitação para famílias sobrecarregadas com o empréstimo da casa, que a podem trocar por um crédito mais em conta ou mesmo arrendar. Numa altura em que o malparado bate recordes sucessivos, a CGD lança um programa de troca de habitação que permite trocar por um crédito mais vantajoso ou mesmo arrendar. O programa vai começar a ser apresentado aos clientes.

«A troca de casa é uma iniciativa inovadora da Caixa Geral de Depósitos (CGD), é um programa muito importante com o objectivo de preservar a habitação das famílias», disse esta quinta-feira, em conferência de imprensa, o administrador Nuno Palma, que tem o pelouro do imobiliário no banco público.

Este programa contempla duas opções. Na primeira, as famílias podem vender a habitação actual aos fundos de investimento imobiliário para arrendamento da CGD e arrendar outra casa do fundo com uma renda mais baixa. Com esta opção diminui-se o encargo mensal e desaparecem alguns custos fixos como condomínio e IMI, ficando ainda com o direito de recompra do imóvel.

Na outra opção as famílias podem optar vender a actual casa, comprando outra propriedade da CGD mais barata, fazendo um novo crédito à habitação com encargos financeiros mais comportáveis com a sua situação financeira. Neste caso, o empréstimo para a nova habitação manteria as condições de financiamento do contrato anterior, ainda que o cliente tenha de suportar custos de registos e impostos.

O banco público tem, actualmente, em dois fundos de habitação, 1.152 imóveis convertidos para arrendamento, uma vez os empréstimos se encontravam em incumprimento. Ou seja, 86% dos 1.325 imóveis que fazem parte deste fundo e que, juntos, representam 111,8 milhões de euros.

 

Comentários fechados em Santander defende o arrendamento como uma das opções para a entrega do imóvel

Santander defende o arrendamento como uma das opções para a entrega do imóvel

| Geral | 10/05/2012

António Vieira Monteiro, presidente do Santander admitiu integrar o grupo que, juntamente com a APB, está a discutir as reestruturações no crédito à habitação

O presidente do Santander Totta mostra-se flexível nas opções para as famílias que pretendam reestruturar os seus empréstimos ou estejam numa situação de entrega da casa. Vieira Monteiro admitiu que o arrendamento é uma das opções que está a ser discutida, em que as famílias que entreguem a casa possam ficar como inquilinas.

“Nós fazemos parte do grupo que está a discutir a situação do crédito à habitação juntamente com a Associação Portuguesa de Bancos (APB), e somos favoráveis a várias hipóteses, inclusive a de Espanha que também prevê a situação de arrendamento”, afirmou o presidente do Santander Totta, na apresentação de resultados do primeiro trimestre.

E acrescentou: “Em Espanha já existe essa hipótese de arrendamento em que a renda corresponde a 3% do valor que não é coberto pelo valor da hipoteca”. Vieira Monteiro reconheceu que essa é uma opção que a banca está a estudar, juntamente com outras que visam, sobretudo, ajudar as famílias que estão em dificuldades no cumprimento das prestações dos empréstimos.

Comentários fechados em Actualização de rendas prevê escalão intermédio

Actualização de rendas prevê escalão intermédio

| Geral | 09/05/2012

Os agregados familiares com rendimento bruto entre os 501 e os 1500 euros, e que tenham um contrato de arrendamento anterior a 1990, verão a sua renda actualizada até ao valor máximo de 255 euros, ou seja, o equivalente a uma taxa de esforço de 17%.

Esta é uma das alterações que o Governo apresentou à proposta de Lei do Arrendamento, aprovada na generalidade a 16 de Fevereiro deste ano.

De acordo com a proposta de lei, a actualização das rendas antigas deverá ter em conta a situação de carência financeira familiar por um prazo de cinco anos.

Inicialmente, a lei previa apenas dois escalões: no primeiro estavam incluídas as famílias com rendimentos máximos de 500 euros brutos, em que, com o aumento, a renda não poderia exceder os 10% (50 euros) do salário, e um segundo escalão, que era aplicado aos agregados que auferiam entre os 501 e os 2425 euros.

A partir de agora, o mais alto dos três escalões vai abranger os contratos referentes a agregados com rendimentos de 1501 até 2425 euros brutos. Para este, a taxa de esforço não poderá ser superior a 25%, ou seja, a um máximo de 607 euros de renda, depois da actualização.

Comentários fechados em Governo estuda hipótese dos bancos passarem a senhorios

Governo estuda hipótese dos bancos passarem a senhorios

| Geral | 08/05/2012

O Governo formou um grupo de trabalho para estudar a viabilidade de transformar o contrato de crédito num contrato de arrendamento para as famílias que não conseguirem pagar o empréstimo à habitação, evitando assim o despejo das famílias mais carenciadas.

Para já a medida iria abranger apenas situações de desemprego e de finanças. Em vez de efectuar o despejo, tomar posse do imóvel, e colocá-lo novamente no mercado, os bancos passariam a cobrar uma renda mais baixa do que a mensalidade, permitindo que as famílias mais desprotegidas beneficiassem de um período de recuperação. Ao fim de um certo tempo as famílias poderiam recuperar o imóvel e abater o valor das rendas já pagas.

A banca declarou-se disponível para negociar, mas não divulgou, para já, as suas condições.

A ideia dos bancos passarem a senhorios não é nova. Já em 2009 o Governo de José Sócrates criou o fundo de investimento imobiliário para arrendamento, mas os números de adesão a este fundo nunca foram divulgados.

Comentários fechados em Arrendamento jovem Porta 65 de 30 de Abril a 31 de Maio

Arrendamento jovem Porta 65 de 30 de Abril a 31 de Maio

| Geral | 06/05/2012

Segundo o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), o período de candidaturas para o programa nacional de apoio ao arrendamento jovem, o Porta 65, decorre desde 30 de Abril e termina às 20h00 do próximo dia 31.

Podem ser candidatos ao programa jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 30 anos, e as candidaturas são feitas exclusivamente através da Internet no Portal da Habitação (http://www.portaldahabitacao.pt/pt/porta65j/)

Comentários fechados em PM diz que é preciso “mexer” nas regras de crédito à habitação

PM diz que é preciso “mexer” nas regras de crédito à habitação

| Geral | 03/05/2012

O presidente do PSD e primeiro-ministro, Passos Coelho, afirmou hoje que é preciso “mexer” nas condições dos contratos de crédito à habitação, nomeadamente evitando o aumento dos spreads quando é pedida autorização ao banco para arrendar a casa.

Num encontro com os Trabalhadores Sociais-Democratas, Passos Coelho declarou que “o Governo a seu tempo intervirá no processo e não deixará [de] participar nessa matéria”.

“Temos de mexer nestas condições. Terá que se trabalhar bem para ver como é que isto se faz, em respeito, evidentemente por quem emprestou dinheiro, pela propriedade, com certeza que sim, mas há coisas que têm mesmo de mudar na maneira como nós funcionamos”, afirmou Pedro Passos Coelho.

Passos Coelho afirmou que “o Governo a seu tempo intervirá no processo e não deixará participar nessa matéria”, referindo-se a algumas situações gerais sem querer referir-se em particular a nenhuma delas. Adiantou ainda que uma das questões “muito pertinentes” que lhe foram colocadas se refere ao facto de muitas vezes os bancos subirem os spreads quando é pedida autorização ao banco para arrendar a casa. Referiu que em determinados casos isso constitui uma barreira que impede que “as pessoas se possam mover em direcção às oportunidades”.

Fonte: Jornal de Negócios

Comentários fechados em Câmara de Lisboa quer inspecções técnicas e taxa liberatória inferior a 25%

Câmara de Lisboa quer inspecções técnicas e taxa liberatória inferior a 25%

| Geral | 27/04/2012

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa defendeu hoje inspecções técnicas regulares a imóveis “suportadas em sede de IMI”, assim como uma taxa liberatória mais favorável para os proprietários do que a aplicada aos rendimentos de capital.

Falando na comissão parlamentar do Ambiente, Ordenamento do Território e Poder Local, responsável pelas alterações às leis do arrendamento e da reabilitação urbanos, António Costa afirmou que no sector imobiliário, “idealmente, a taxa liberatória deve ser inferior” aos 25% aplicada aos rendimentos de capital, ou seja, haveria que fazer diminuir a tributação em sede de IRS sobre os rendimentos provenientes de arrendamentos.

“Pode ser um incentivo suplementar no que pode ser a aquisição de imóveis para arrendá-los”, acrescentou aos jornalistas, após a audição parlamentar, escusando-se a quantificar qual seria a percentagem ideal da taxa liberatória.

Aos deputados, o autarca defendeu a existência de inspecções que permitam acompanhar o estado de conservação dos imóveis e que sejam suportadas em sede do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

Também presente na audição, a vereadora da habitação de Lisboa, Helena Roseta, acrescentou que essa inspecção deve ser fundamental para a transacção e para “garantir a qualidade técnica”.

Comentando a proposta do Governo de despejo de inquilinos mediante comunicação prévia no caso de obras profundas, António Costa indicou que os municípios devem reorientar a sua acção para a fiscalização.

“Se não há lugar a emissão da licença, a lei deve encontrar um mecanismo para assegurar que a obra é efectivamente realizada”, afirmou António Costa, lembrando que os senhorios podem não avançar com o processo por razões que não controla, como financiamento ou falta de autorizações.

Fonte: Agência Financeira

Comentários fechados em PS propõe alterações à nova lei do arrendamento

PS propõe alterações à nova lei do arrendamento

| Geral | 26/04/2012

O partido socialista anunciou hoje, através do seu vice-presidente da bancada parlamentar, que irá propor quatro alterações à nova lei do arrendamento. Uma dessas alterações é que haja um período de transição de 15 anos das rendas antigas para o novo regime.

O deputado Mota Andrade acrescentou que o sentido de voto do PS na votação final global do nova regime do arrendamento urbano, que está neste momento a ser debatido na Assembleia da República em sede de especialidade, ficará condicionado à forma como forem aceites as quatro propostas do PS.

Outra proposta do PS é que “quem auferir rendas seja taxado com uma taxa fixa de 25%, porque essa é a taxa dos depósitos bancários”. Uma terceira proposta está relacionada com os despejos e o objectivo é, disse Mota Andrade, que este seja um processo “eficiente” e “rápido”, para “evitar situações que se arrastam durante longos meses, e às vezes anos, em tribunal”.

A quarta proposta socialista “prende-se com a actualização das rendas, que deverá ser sempre feita em função do valor do locado e não em negociação directa”, para evitar “conflitos” entre inquilino e senhorio.

Comentários fechados em Mercado de habitação continua a optar pelo arrendamento

Mercado de habitação continua a optar pelo arrendamento

| Geral | 25/04/2012

A conclusão é retirada do mais recente relatório do Portuguese Housing Market Survey do RICS e da Confidencial Imobiliário, e comprova que o mercado de habitação português mantém a tendência verificada nos últimos meses de penalização das operações de venda, com fragilidade em termos de preços, actividade e expectativas; contrastando com a força observada no sector de arrendamento.

As quebras nos preços das casas continuam a derivar da decrescente procura, já que o aumento da oferta continua a não constituir um problema, com as instruções de venda a cair desde Dezembro de 2010. No entanto, nos últimos meses, os preços, apesar de negativos, têm tendido para a estabilização, aumentando o risco de a oferta vir a afectar o mercado.

O mercado de arrendamento continua a beneficiar das quedas no mercado de compra e venda, uma vez que as famílias que não conseguem aceder ao crédito à habitação passaram a arrendar. De facto, a procura por parte de inquilinos continua em crescimento e as expectativas referentes ao arrendamento, robustas. No entanto, as rendas têm caído e as expectativas relacionadas com estas mostram-se negativas. Tal pode reflectir um excesso de stock neste mercado, embora não exista também evidência de um desajustamento entre a oferta e a procura.

Ricardo Guimarães, Director da Confidencial Imobiliário, explica: “Quase todos os agentes mencionam o actual impacto das instituições financeiras no mercado. Não só as restrições ao crédito que limitam os volumes transaccionados, mas também o facto de os bancos estarem a realizar uma forte política comercial no sentido de colocar no mercado os respectivos imóveis, o que tem sido citado como uma fonte adicional de pressão para a baixa dos preços residenciais.”

Fonte: Blog Imobiliário

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