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Comentários fechados em Casas para arrendar no Porto demoram cerca de 4 meses

Casas para arrendar no Porto demoram cerca de 4 meses

| Geral | 17/07/2012

De acordo com as estatísticas do Sistema de Informação Residencial, da Confidencial Imobiliário, as casas para arrendar, no concelho do Porto demoram, em média, cerca de 4 meses a arrendar. No quarto trimestre do ano passado, o tempo médio de absorção era de 10 meses. O tempo médio de absorção é o tempo que decorre entre a colocação das  casas para arrendar e a sua retirada da base de dados.

«Em 2011, a pool de empresas que integra o SIR – AM Porto registou um total de 214 operações de arrendamento de habitação, com uma renda média contratada, para o período acumulado entre o primeiro e quarto trimestre de 5,7 euros/metro quadrado», diz a empresa em comunicado.

O concelho do Porto, com 42 contratos de arrendamento concluídos nesse período (acumulado entre o 1º e o 4º trimestre de 2011), foi o mais dinâmico, seguindo-se o concelho de Matosinhos, com 37 contratos.

Já no que toca a rendas médias, que no total da Área Metropolitana do Porto foi 5,7 Euros/m2, foi também nos mesmos concelhos, do Porto e de Matosinhos, que se registaram os valores mais elevados, respectivamente 6,8 euros/m2 e 7,0 euros/m2.

Fonte: Construir.pt

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Comentários fechados em O país necessita urgentemente de casas para arrendar a preços justos de mercado

O país necessita urgentemente de casas para arrendar a preços justos de mercado

| Geral | 06/06/2012

O título é do Jornal de Negócios, e a notícia diz «O sector da construção e do imobiliário está preocupado com a dinâmica do mercado do arrendamento que, dizem, é essencial para promover a reabilitação urbana. Faltam casas para arrendar, numa altura em que, cada vez mais, a procura ultrapassa a oferta. »

A afirmação é de Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), que hoje à tarde participou no Encontro Nacional da Construção e do Imobiliário, que decorreu em Lisboa. Luís Lima disse que “Sem medidas eficazes que ultrapassem o simples acto de criar leis e sobretudo sem uma reabilitação e um arrendamento com dimensão, o sector [da construção e do imobiliário] corre sérios riscos de implodir, arrastando consigo a desgraça das falências, do desemprego e criando um peso ainda maior sobre uma Segurança Social já nos limites”. Será “uma catástrofe que arrastará o país para um poço ainda mais negro”. Sublinhou que “o país necessita urgentemente de casas para arrendar a preços justos de mercado”.

Fonte: Jornal de Negócios

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Comentários fechados em Número de casas para arrendar no Algarve cresceu 39% no final de 2011

Número de casas para arrendar no Algarve cresceu 39% no final de 2011

| Geral | 23/05/2012

O número de casas para arrendar no mercado algarvia aumentou de 761 para 1.058 fogos entre o 3º e o 4º trimestres de 2011, evidenciando um crescimento trimestral de 39%, revelam as estatísticas Confidencial Imobiliário (Ci) | Lardocelar.com.

Ao longo de todo o ano, a tendência tinha sido já de expansão deste mercado na região, embora a um ritmo menos acentuado, com o número de fogos destinados a arrendamento a crescer de 704 no 1º trimestre para 762 no 3º trimestre.

No 4º trimestre do ano, o concelho de Portimão era o mais expressivo em termos de oferta para arrendamento, concentrando 45% das 1.058 casas disponíveis nesta região. Os concelhos de Faro, Albufeira e Silves, com entre 8 a 10% do total dos fogos por arrendar no Algarve, distinguiram-se igualmente.
No último trimestre do ano, o valor médio das rendas solicitadas para este banco de oferta de arrendamento atingiu o seu máximo no concelho de Albufeira, com 12€/m2. Já em Portimão e Lagos, o valor médio das rendas no stock de oferta foi de 5,6€/m2, enquanto que em Silves, esse valor rondou os 7,1€/m2.
Na maioria dos concelhos algarvios, este valor médio manteve-se inalterado ou registou ligeiras variações ao longo do ano de 2011, com o concelho de Albufeira a registar o aumento mais expressivo (de 10,3€/m2 para 12€/m2). Já Portimão, Faro e Silves contrariam a tendência, exibindo uma contracção das rendas médias da habitação em oferta, destacando-se o último concelho, no qual a queda entre o 1º e 4º trimestre de 2011 se fixou em 16%.
Já em relação ao mercado de compra/venda de habitação, as mesmas estatísticas dão nota de uma bolsa de oferta de 19.863 unidades no Algarve no 4º trimestre de 2011, distribuídas equitativamente entre fogos novos e usados.
Também neste mercado, Portimão é o concelho com maior peso, concentrando 21% da oferta neste trimestre. No 4º trimestre de 2011, o valor médio de oferta da habitação para venda no Algarve atingiu os 1.854€/m2 nas casas novas e 1.728€/m2 nas casas usadas.
fonte: Confidencial Imobiliário

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Comentários fechados em Procuram-se 70 mil casas para arrendar por ano

Procuram-se 70 mil casas para arrendar por ano

| Geral | 19/04/2012

Anualmente, a procura de casas para arrendar, oscila entre 60 e 70 mil casas. A afirmação, segundo cita o «Diário Económico», é da ministra Assunção Cristas. Já o número de casas devolutas é dez vezes superior, rondando os 700 mil, segundo estima o novo presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), Vítor Reis.

Assunção Cristas reconhece que «só criando confiança e segurança jurídica é que os fogos [devolutos] serão colocados no mercado».

Encontram-se actualmente a ser analisados pela Assembleia da República, as alterações da legislação do arrendamento urbano e da reabilitação urbana, que foram aprovados pelo Governo, no final do ano passado. Entre as alterações propostas, existe o desejo de «garantir que os contratos são estáveis e que a duração seja flexibilizada», defende Assunção Cristas. Sem avançar pormenores da versão final dos documentos, cuja aprovação deverá ocorrer em Maio, Assunção Cristas diz ainda que «será dinamizada a demolição de edifícios, com o objectivo da regeneração das cidades».

Para reabilitar entre 60 mil e 70 mil fogos devolutos por ano, e devolvê-los ao mercado de arrendamento, a Confederação Empresarial Portuguesa (CIP) estima um investimento nunca inferior a 900 milhões de euros.

Fonte: Diário Económico

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