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Mercado de arrendamento continua a crescer

| Geral | 29/01/2013

O mercado de arrendamento para habitação voltou a crescer em Dezembro depois do abrandamento do mês anterior. Já as vendas continuam em queda.

Depois dos sinais de abrandamento em Novembro, o mercado de arrendamento habitacional português voltou a crescer em Dezembro, revela o último Portuguese Housing Market Survey.

O estudo sublinha que também as expectativas em relação às transacções apresentaram uma recuperação em Dezembro, depois do abrandamento no mês anterior.

Já o valor das rendas continuou o seu percurso de descida e as expectativas em relação à sua evolução também não são positivas, embora tenham apresentado uma ligeira recuperação face a Novembro.

Segundo o relatório, esta situação pode ser reflexo de um excesso de oferta, sem desdenhar as limitações no rendimento disponível das famílias.

No mercado de compra e venda, Dezembro voltou a confirmar o enfraquecimento, com uma nova compressão dos preços e do número de transacções, embora agora a um ritmo mais lento.

O valor das rendas continuou o seu percurso de descida e as expectativas em relação à sua evolução também não são positivas.

Fonte: Dinheiro Vivo

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Mercado de arrendamento regista primeiro abrandamento em Novembro

| Geral | 26/12/2012

O mercado de arrendamento mostrou em Novembro os primeiros sinais de abrandamento neste ano, depois de beneficiar da queda de compra e da venda de imóveis, segundo um relatório do sector hoje divulgado.

O relatório Portuguese Housing Market Survey do mês passado, produzido pela empresa de inquéritos RICS e pelo índice da Confidencial Imobiliário, mostra que a procura para arrendamento “desceu ligeiramente em Novembro e a oferta também estabilizou”.

O valor das rendas continua a decrescer, assim como os valores do mercado de venda, em que diminuem as transacções e os preços. Em Novembro, 72% dos respondentes do inquérito (contra 60% no mês anterior) observaram mais quedas do que aumentos de preços, justificadas pelo decréscimo na procura.

 

Fonte: LUSA/AOnline

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Concelho de Lisboa domina mercado de arrendamento

| Geral | 14/12/2012

O concelho de Lisboa continua a dominar o mercado de arrendamento habitacional da Área Metropolitana de Lisboa (AM Lisboa), segundo as estatísticas do CI (Confidencial Imobiliário).

Repetindo o sucedido no trimestre anterior, este concelho continuou a ser a principal bolsa de oferta deste mercado, registando 31% do 13.784 fogos disponíveis para arrendar na região metropolitana, e registando ainda a renda média de oferta mais elevada da zona, cerca de 10,2 euros por metro quadrado. Este valor é superior aos 8 euros por metro quadrado que são a média da Área Metropolitana de Lisboa para as casas que se encontram em oferta para arrendamento, revelam os dados.

Também os concelhos de Cascais e Oeiras se destacam, com rendas médias de oferta de 8,5 e 8 euros o metro quadrado respetivamente.

Já em termos de volume de oferta, os destaques vão para os concelhos de Cascais e Almada, com 15% e 10% dos fogos contidos na base de dados metropolitana.

No concelho de Lisboa, as rendas mais elevadas são pedidas nas zonas da Lapa, Amoreiras, Campo de Ourique, das Avenidas e da Baixa. A zona das Avenidas é ainda a mais expressiva em termos de oferta disponível, concentrando, no 3º trimestre de 2012, 25% das 4.273 casas para arrendar em Lisboa.

Fonte: Confidencial Imobiliário (Ci)| LardoceLar.com

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Arrendamento representa metade do negócio das imobiliárias

| Geral | 24/07/2012

Reflexo dos cortes no crédito à habitação por parte da banca, há cada vez mais pessoas a optar por arrendar casa, tendência essa que se deve manter nos próximos anos, de acordo com o diário económico, que contactou três das principais imobiliárias a operar no país – remax, era e century 21. O número de transacções de casas arrendadas já pesa cerca de 50% do número de negócios nestas imobiliárias.

Ricardo Sousa, administrador da Century 21 em Portugal, avança com algumas explicações para este fenómeno. “Estamos a verificar alterações significativas como consequência da diminuição do rendimento disponível das famílias, do aumento do custo de vida das restrições de acesso ao crédito à habitação e dos próprios objectivos do acordo da ‘troika’ e do programa do Governo”.
Segundo Ricardo Sousa, “…o grande volume de arrendamento está a registar-se no segmento médio e médio baixo, nas famílias que não têm acesso ao crédito à habitação e se viram forçadas a vender os seus imóveis devido à redução do seu rendimento disponível”.

No entanto, a crise e as medidas de austeridade não são os únicos factores que estão a suscitar um aumento da procura dos portugueses de casas para arrendar. “Esta tendência, acompanhada pela alteração à lei do arrendamento, e também pelo aumento da mobilidade profissional dos jovens e de milhares de famílias que hoje não conseguem aceder ao crédito à habitação, está a provocar um aumento exponencial da procura por opções de arrendamento em todo o país”, explica o responsável da Century 21. Esta mediadora já regista este ano um aumento da procura por arrendamento na ordem dos 25% face ao registado no mesmo período do ano passado. Além disso, o arrendamento “já representa 50% das transacções e 16% do volume de facturação”.

Fonte: DE

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Lisboa vai arrendar casas com rendas mais baixas

| Geral | 30/06/2012

A Câmara Municipal de Lisboa pretende disponibilizar, já a partir de Setembro, casas com rendas mais baixas para aqueles que tenham rendimentos demasiado altos para beneficiarem de habitação social, mas demasiado reduzidos para suportarem os custos do arrendamento de um imóvel a preços de mercado.

A notícia é avançada pelo Diário Económico, que escreve que a proposta foi apresentada na passada quarta-feira pela vereadora responsável pelo pelouro da habitação, Helena Roseta, e terá ainda de ser votada, o que deverá acontecer para o mês que vem.

No início a iniciativa contará com cerca de 20 casas, número que depois aumentará, segundo Helena Roseta. As rendas oscilarão entre os 300 e os 600, consoante a localização e o tamanho das casas. “Um T1 rondará os 300 euros de renda e um T4 os 600 euros”, exemplificou a vereadora.

Para calcular o valor dessas rendas mais baixas, a câmara irá fixar o preço tendo em conta uma fórmula definida e sempre abaixo do valor de mercado. A fórmula poderá ser ajustada anualmente, mantendo-se abaixo do valor de mercado.

Recorde-se que o Governo colocou na passada segunda-feira em marcha o mercado social de arrendamento, em que serão disponibilizadas 800 casas para arrendar com rendas mais baixas, 30% abaixo do valor de mercado, no âmbito do Programa de Emergência Social.

Fonte: DE

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Mil casas com rendas low-cost disponíveis em Julho

| Geral | 20/06/2012

A partir do próximo mês de Julho haverá mais uma opção para quem está à procura de casa para arrendar. Mais de mil imóveis para arrendamento irão ser colocados no mercado de arrendamento com rendas low-cost, 20 a 30 por cento mais baratos do que os preços do mercado livre.

A oferta será colocada apenas online, e os imóveis pertencem a sete bancos e ao Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, que nas palavras do seu presidente, está a preparar “até ao final deste mês” um site para consulta dos imóveis, e onde os interessados se possam candidatar.

A triagem e atribuição dos imóveis será da responsabilidade dos respectivos municípios e, para arrendar, os interessados terão de preencher alguns requisitos financeiros. Entre as exigências está a necessidade de corresponder a uma taxa de esforço de 30%, calculada com base na declaração de rendimentos do agregado familiar.

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Rendas em Lisboa crescem no 1º trimestre de 2012

| Geral | 15/06/2012

O valor das rendas em Lisboa cresceu 0,4% no 1º trimestre de 2012, depois da tendência de queda iniciada no 2º trimestre de 2011, enquanto as variações trimestrais entre o 2.º e o 4.º trimestre de 2011 oscilaram entre -0,3% e -0,6%, segundo os dados do Índice de Rendas Confidencial Imobiliário (Ci).

A variação homóloga no 1.º trimestre permanece negativa, com uma descida de 0,7% face a igual trimestre de 2011. No entanto, este valor representa uma ligeira melhoria face ao trimestre anterior, que registou uma descida homóloga de -0,9%.

De acordo com as estatísticas Confidencial Imobiliário | LardoceLar.com, a área metropolitana de  Lisboa registava uma oferta de 12.398 fogos para arrendamento no 1º trimestre, 19 pontos percentuais abaixo dos  15.271 que existiam no 4º trimestre de 2011.

O concelho de Lisboa concentrava, no 1.º trimestre de 2012, 38% da oferta metropolitana de arrendamento, assumindo-se como o principal mercado da região. Relativamente às rendas solicitadas neste sector de habitação para arrendamento, Lisboa foi, uma vez mais, o mercado mais destacado, com a renda média mais elevada (11€/metro quadrado). Seguem-se Cascais (9,6€/metro quadrado) e Oeiras (8,7€/metro quadrado).

Fonte: Ci

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Melhoria ligeira nos preços das casas

| Geral | 24/05/2012

Os resultados do Portuguese Housing Market Survey (PHMS) de Abril revelam que o saldo de respostas sobre os preços das casas apresentou uma ligeira melhoria, subindo pela primeira vez desde Novembro.

Ainda que se tenha mantido negativo em -50 (indicando que 50% dos respondentes observou mais quedas do que aumentos de preços), assinala uma recuperação face aos -56 pontos registados em Março e aos -70 pontos anotados há 5 meses atrás.

Não obstante, o mercado de compra e venda de habitação continua, de acordo com este research produzido pelo RICS e pela Confidencial Imobiliário (Ci), a exibir fragilidade, quer em termos de preços, quer em termos de actividade e expectativas.

Assim o índice nacional de confiança – baseado nos preços e expectativas relativas a vendas – caiu de -48 para -49 em Abril. A redução da procura continua a ser o principal impulsionador para a quebra de preços, já que as instruções de venda – indicativas da oferta – continuaram a cair.

Já no que se refere ao mercado de arrendamento, o PHMS de Abril dá nota de que continua a beneficiar da baixa actividade registada no mercado de compra e venda, principalmente porque as famílias não conseguem aceder ao crédito para aquisição. A procura para arrendamento continuou a crescer e as expectativas referentes ao mercado são sólidas.

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Quebra nas vendas favorece mercado de arrendamento

| Geral | 23/02/2012

Segundo dados do estudo de Janeiro do Portuguese Housing Market Survey (PHMS), continuam a verificar-se quebras em todos os indicadores do desempenho do mercado de compra e venda de habitação em Portugal. Esses indicadores compreendem os valores da oferta, da procura, preços médios, e transacções efectuadas.

O principal factor que contribuiu para as quebras continua a ser a redução na procura. A oferta que existe, apesar de suficiente, continua também em queda, tendência que aliás, já se verifica desde final de 2010.

Por seu lado, o mercado de arrendamento continua a beneficiar desta situação, apresentando um crescimento que até se acelerou em relação ao mês anterior, justificando assim um ligeiro optimismo dos profissionais do sector. No entanto, as rendas continuam a cair, e as expectativas quanto à evolução das mesmas estão cada vez mais negativas.

De uma forma geral, os dados regionais costumam apresentar maior volatilidade do que os nacionais, mas neste último relatório, todas as regiões abrangidas pelo inquérito reportaram quedas de preços bastante semelhantes. Apesar disso, os agentes do mercado apresentam elevadas expectativas relativamente à nova lei do arrendamento. Veem no mercado de arrendamento a solução quer para as necessidades das famílias quer como oportunidades para os investidores.

 

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